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Respondida
No tocante ao IBS e à CBS, os novos tributos sobre o consumo, é correto afirmar:
Respondida
No tocante ao cashback é incorreto afirmar:
Respondida
Sobre o princípio da anterioridade em matéria tributária é correto afirmar:
A
o imposto sobre a renda e proventos de qualquer natureza, de competência da União Federal,
deve atender à anterioridade de exercício e à noventena.
B
a fixação da base de cálculo do ITCD, de competência dos Estados e Distrito Federal, deve
observar apenas a anterioridade de exercício.
C
as contribuições para a seguridade social só poderão ser exigidas após decorridos noventa
dias da data da publicação da lei que as houver instituído ou modificado, aplicando-se-lhes a
anterioridade de exercício.
D
a fixação da base de cálculo do IPTU, de competência dos Municípios, deve observar apenas
a anterioridade de exercício.
E
o imposto sobre produtos industrializados, de competência da União Federal, deve atender
apenas à anterioridade de exercício, não à noventena.
Respondida
Em ação civil pública proposta por associação de consumidores, questiona-se a
validade de cláusula contratual constante em contratos de financiamento habitacional
que autoriza a instituição financeira a alterar
unilateralmente a taxa de juros remuneratórios em caso de “mudança nas condições de
mercado”. O juízo de primeiro grau reconheceu a abusividade da cláusula, determinando
sua nulidade e a restituição dos valores pagos a maior, ao passo que o tribunal local
reformou a sentença, entendendo tratar-se de cláusula que reflete a “autonomia privada
das partes”.
Com base no Código de Defesa do Consumidor e no microssistema de tutela coletiva,
assinale a alternativa correta:
A
A cláusula que confere ao fornecedor a possibilidade de alterar unilateralmente o preço ou
a taxa de juros é abusiva, por violar o equilíbrio contratual, o princípio da boa-fé objetiva e o
dever de transparência, podendo ser declarada nula de ofício pelo juiz, independentemente de
requerimento da parte.
B
A variação unilateral dos encargos contratuais pelo fornecedor é válida, desde que prevista
em contrato de adesão e comunicada previamente ao consumidor, ainda que sem possibilidade
de recusa ou rescisão imediata.
C
O controle judicial de cláusulas abusivas limita-se à verificação formal da transparência,
sendo vedado ao magistrado avaliar o conteúdo econômico ou a proporcionalidade da
obrigação.
D
O reconhecimento de cláusula abusiva em contrato de consumo depende de prova técnica
pericial que demonstre prejuízo econômico concreto ao consumidor, não podendo o juiz
declarar a abusividade apenas com base em juízo de valor jurídico.
E
Em contratos de adesão submetidos ao CDC, a alteração unilateral de taxas de juros é
admissível desde que respaldada por circunstâncias macroeconômicas supervenientes,
demonstrando-se a boa-fé do fornecedor.
Respondida
Um passageiro ajuizou ação de indenização por danos morais em face de companhia
aérea em razão do cancelamento de voo internacional, sem aviso prévio e com realocação
em outra companhia apenas no dia seguinte. A empresa defendeu-se afirmando tratar-se
de fortuito interno decorrente de manutenção técnica, invocando a Convenção de
Montreal para limitar o valor da indenização.
Assinale a alternativa correta:
A
A responsabilidade do transportador aéreo é subjetiva, dependendo de prova de culpa, e o
fortuito interno exclui o dever de indenizar.
B
O cancelamento de voo caracteriza apenas mero aborrecimento, afastando a obrigação de
indenizar, salvo se comprovado prejuízo financeiro efetivo.
C
A empresa responde objetivamente pela falha na prestação do serviço, pois o fortuito interno
— vinculado ao risco da atividade — não exclui sua responsabilidade; além disso, a indenização por dano moral não está sujeita à tarifação prevista na Convenção de Montreal,
devendo observar os critérios de proporcionalidade e razoabilidade.
D
A Convenção de Montreal prevalece em todas as hipóteses de indenização por danos,
materiais ou morais, em transporte aéreo internacional, afastando a incidência do CDC.
E
O dano moral, nas relações de consumo, deve ser sempre fixado em valor tarifado
previamente em lei ou tratado internacional, sob pena de enriquecimento sem causa do
consumidor.
Respondida
Durante audiência de instrução e julgamento no Juizado Especial Cível, uma
consumidora alegou que seu veículo novo apresentou defeitos reiterados no sistema de
freios, sem solução definitiva pela concessionária. A empresa, por sua vez, afirmou que o
automóvel estava em perfeitas condições, mas não apresentou laudo técnico nem
comprovou revisão de segurança.
Considerando o Código de Defesa do Consumidor:
Respondida
Em relação à resposta do réu, às provas e aos juízes leigos, marque a alternativa
correta, conforme disposição expressa da Lei nº 9.099/95:
A
a contestação, que será oral ou escrita, conterá toda matéria de defesa, incluída a arguição
de suspeição ou impedimento do Juiz.
B
admite-se a reconvenção e, mesmo havendo pedidos contrapostos, não poderá ser
dispensada a contestação formal sendo que ambos serão apreciados na mesma sentença.
C
as testemunhas, até o máximo de duas para cada fato e para cada parte, comparecerão à
audiência de instrução e julgamento levadas pela parte que as tenha arrolado,
independentemente de intimação, ou mediante esta, se assim for requerido.
D
os conciliadores e Juízes leigos são auxiliares da Justiça, recrutados, os primeiros,
preferentemente, entre os bacharéis em Direito, e os segundos, entre advogados com um ano
de experiência, ficando impedidos de exercer a advocacia perante a Justiça Comum, enquanto
no desempenho de suas funções.
E
ainda que não requeridas previamente, todas as provas serão produzidas na audiência de
instrução e julgamento, podendo o Juiz limitar ou excluir as que considerar excessivas,
impertinentes ou protelatórias.
Respondida
Sobre as modalidades de intervenção de terceiros, competência e partes, assinale a
alternativa correta:
A
Não se admitirá, no processo, qualquer forma de intervenção de terceiro, exceto a assistência
e o chamamento ao processo.
B
Não mais remanesce a competência para o processamento e o julgamento daquelas causas
previstas no inciso II do art. 275, do CPC/73.
C
Podem ser julgadas as causas cíveis de menor complexidade, entre elas as ações de despejo
para uso próprio e as que não excedam a quarenta vezes o salário mínimo, inclusive as ações
possessórias sobre bens imóveis, limitadas a esse valor.
D
Não poderão propor ações quaisquer pessoas jurídicas, o incapaz, o preso, a massa falida e
o insolvente civil.
E
O réu, sendo pessoa jurídica ou titular de firma individual, poderá ser representado por
preposto credenciado, munido de carta de preposição com poderes para transigir, desde que
possua vínculo empregatício com a pessoa jurídica.
Respondida
Em relação ao ato conciliatório, à competência e à sistemática recursal, assinale a
alternativa correta:
Respondida
No que se refere ao processo de execução, assinale a assertiva incorreta.
A
Para garantir a efetividade do processo executivo é possível que o juiz, em qualquer
momento, determine que sujeitos indicados pelo exequente forneçam informações relacionadas
ao objeto da execução, tais como documentos e dados que tenham em seu poder. Para a entrega
desses documentos ou dados, o juiz pode, inclusive de ofício, determinar as medidas
necessárias ao cumprimento da ordem judicial.
B
Considera-se ato atentatório à dignidade da justiça a conduta omissiva ou comissiva do
executado que dificulta ou embaraça a realização da penhora. Se comprovada a conduta, o
executado será punido com multa em montante não superior a vinte por cento do valor
atualizado do débito em execução, a qual será revertida em proveito do exequente.
C
O cessionário pode prosseguir na execução forçada quando o direito resultante do título
executivo lhe for transferido por ato entre vivos. A sucessão, nessa hipótese, depende de
consentimento do exequente.
D
A execução de título extrajudicial pode ser promovida contra o responsável titular de bem
vinculado por garantia real ao pagamento do débito.
E
São títulos executivos extrajudiciais, dentre outros, o crédito referente às contribuições
ordinárias ou extraordinárias de condomínio edilício, previstas na respectiva convenção ou
aprovadas em assembleia geral, desde que documentalmente comprovadas.